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September 9, 2013

Artigo: Criptografia pode servir de mapa da mina

Segundo Sun Tzu, “a arte da guerra nos ensina a não confiar na probabilidade de o inimigo não estar vindo, mas na nossa própria prontidão para recebê-lo; não na chance de ele não nos atacar, mas sim no fato de que fizemos a nossa posição inatacável”.

Ao ter a oportunidade de acessar uma parte do conteúdo obtido pelo denunciante Edward Snowden, a respeito do programa clandestino de vigilância eletrônica de dados em massa denominado PRISM, a frase do estrategista chinês foi a primeira que me veio à mente.

Operado pela Agência de Segurança Nacional dos Estados Unidos (NSA), PRISM é um nome de código governamental americano que se refere a um esforço de coleta de dados conhecido oficialmente por SIGAD US-984XN.

O material que acessei é composto por slides cujo conteúdo possuía todas as evidências de que foram destinados a treinamento de agentes da NSA. Pelo que foi possível perceber, os módulos do programa PRISM a que tive acesso (com codinomes bem pitorescos, como “FlyingPig” — e logomarca de um leitão com asas) mapeiam diversas informações sobre as comunicações de um alvo previamente selecionado, composto principalmente por nomes de empresas bem conhecidas, como a Petrobras, além de outras grandes empresas multinacionais e mesmo um órgão de relações exteriores de um país europeu.

Para ler a matéria completa, clique neste link

Ph.D Paulo Pagliusi
Presidente
Cloud Security Alliance – Capítulo Brasil

 

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